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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Doutor Max Gerson, nasceu na Alemanha em 1881, estudou medicina nas três principais universidades alemãs, acabando por se formar na universidade de Freiburg. Era médico, mas sofria de enxaquecas debilitantes, de tal forma que passava dias de cama com tudo escuro, sem poder trabalhar. 

Nem ele, nem seus colegas médicos conseguiam um tratamento que fosse eficaz. Como última solução, começou a experimentar varias dietas, para ver se o seu problema era nutricional, depois de varias alterações, conclui pela experiência em si próprio que uma dieta sem sal, com pouca gordura e vegetariana o libertava das suas enxaquecas e náuseas.

Dr. Gerson passou então a prescrever a sua "dieta enxaqueca" aos seus doentes e colegas. 

Um deles referiu que não só tinha cessado suas enxaquecas como se estava a curar da sua doença cronica - lúpus, o que o Dr. Gerson considerou "impossível", pois tinha aprendido que lúpus era incurável; no entanto as lesões do paciente foram se curando. Tudo isto deixava o jovem médico perplexo. Como podia uma dieta que tinha sido concebida para tratar uma enxaqueca, também ajudar em outro problema de saúde totalmente diferente? 

Com o tempo, e com as evidencias, foi forçado a reconhecer que o que a sua dieta foi capaz de curar, não foi uma determinada doença ou sintoma, mas sim todo o organismo, que depois se tornou capaz de se livrar de todos os seus males apenas utilizando alimentos orgânicos, sumos, enemas de café, desintoxicação e suplementos naturais para ativar a habilidade do corpo para curar-se. Doenças como cancro, diabetes, doenças cardíacas e artrite têm sido curadas com esta terapia.

Nos 20 anos seguintes, desenvolveu e aprimorou a sua terapia para ajudar pessoas com cancro. Curou um grande número de pacientes com cancro terminal, que tinham sido enviados para casa para morrer. O Seu sucesso com "este tipo de tratamento" atraiu grande hostilidade por parte do estabelecimento médico americano (depois da 2ª guerra mundial o Dr. Gerson vai para América com a família), o que prejudicou os seus esforços para fazer o seu método de cura público e acessível a todas as pessoas. Era óbvia a influência que a industria farmacêutica mantinha em relação à censura de outros tipos de tratamentos que não os seus.

Dr. Gerson regista então todo o seu "conhecimento" num livro "A cancer Therapy: Results of 50 Cases", publicado em 1958, que viria a tornar-se um clássico, com uma abordagem alternativa e revolucionária para o tratamento do cancro e de doenças crónicas degenerativas, um método que tem ajudado muitas pessoas até aos dias de hoje.

Um dos seus pacientes foi o medico teólogo e missionário Dr. Albert Schweitzer que com 75 anos sofria de diabetes. Com a Terapia Gerson curou-se por completo de forma que voltou para o seu hospital africano e ganhou o prémio Nobel da Paz aos 77 anos, no entanto trabalhou até aos 90 anos.

Para uma melhor compreensão da história deste grande senhor e do seu método de cura para o cancro e outras doenças aconselhamos a ver os documentários abaixo. Não só irá compreender a vida que este homem teve (perseguido pelos nazis e todos os seus irmão mortos pelos mesmo), terá a oportunidade de conhecer a sua filha que ainda hoje continua com o seu projeto (The Gerson Institute, na California e o Gerson Hospital em Tijuana, México), assim como poderá assistir aos diversos testemunhos de pessoas cujos prognósticos eram de menos de um ano de vida segundo os médicos "especialistas", mas que optaram pelo tratamento nutritivo do Dr. Max Gerson e conseguiram ser curadas.

"O Milagre de Gerson"


"Morrendo por não saber"




The Gerson Institute
The Gerson Institute is a non-profit organization in San Diego, California, dedicated to providing education and training in the Gerson Therapy, an alternative, non-toxic treatment for cancer and other chronic degenerative diseases.


segunda-feira, 12 de maio de 2014

Guia de ervas aromáticas

Alecrim, salsinha, sálvia, tomilho, manjericão, majerona, orégano... Estas são apenas algumas das ervas que você pode ter em casa e usar sempre que quiser preparar um prato especial..

Alecrim
Nome científico:Rosmarinum officinalis
Uso culinário:de sabor fresco e doce, é recomendado no preparo de carnes, principalmente porco e carneiro, e de batatas e manteigas aromatizadas. Seus raminhos podem ser usados na decoração.
Curiosidades:originário do mediterrâneo, o alecrim é símbolo da fertilidade e, na Idade Média, era usado para purificar o quarto de doentes. Como seu odor é estimulante, os estudantes gregos usavam ramos nos cabelos para alertar a memória durante os exames.
Dicas:erva de ciclo perene, o alecrim gosta de ambientes muito iluminados e de solo com granulação arenosa
Endro ou Dill
Nome científico:Anethum graveolens
Uso culinário:de sabor suave e agradável, o dill é usado em arroz, sopas, saladas e peixes na forma de folhas frescas ou de sementes. Nos países escandinavos, o endro tem a mesma importância que o orégano na culinária italiana.
Curiosidades:o endro é originário do Egito, mas foi amplamente usada pelos antigos romanos. Os gladiadores costumavas usar a erva em sua alimentação por acreditarem que ela aumentava a força física. A erva era tão valorizada na antiguidade que os hebreus pagavam o dízimo religioso com o endro.
Dicas:esta erva não deve ser plantada próxima à erva-doce. Deixe-a sempre em local iluminado.
Manjerona
Nome científico:Origanum majorana
Uso culinário:muito popular nas cozinhas grega e italiana, a manjerona é usada no preparo de carnes, sopas, molhos de tomate e pizzas, e no tempero de óleos e vinagres. Batatas, pratos com queijo e omeletes ganham um toque especial com esta erva.
Curiosidades:uma das ervas favoritas de Afrodite, a deusa do amor, a manjerona simboliza a felicidade. Por isso é conhecida como a erva do amor eterno e usada em enfeitos por noivos e amantes.
Dicas:esta erva exige espaço para crescer. Deixe pelo menos 20 cm de espaçamento entre a manjerona e outras ervas.
Orégano
Nome científico:Origanum vulgare
Uso culinário:de sabor forte e aromático, o orégano combina bem com tomate fresco, molhos à base de tomate, omeletes, assados e pratos de queijo. A erva fresca dá aos pratos um sabor completamente diferente da versão desidratada, que tem seu amargor mais acentuado.
Curiosidades:e foi esse sabor característico que fez Hipócrates, na Grécia Antiga, dar à erva o nome Origanum (erva amarga). Os gregos, por sinal, usavam o orégano muito mais em receitas de óleos pós-banho do que na culinária.
Dicas:de ciclo perene e porte rasteiro, o manjericão pode ser usado como forração junto a ervas de maior porte, como alecriam e manjericão.
Sálvia
Nome científico:Salvia officinalis
Uso culinário:de folhas aveludadas, sabor delicado e aroma de cânfora, a sálvia é muita usada nas cozinhas alemã e escandináva no preparo de salsichas e carnes ricas em gordura. Nas outras cozinhas, a erva dá um toque especial a pães, molhos, carnes bovina e suína, aves, peixes, carneiro e caças, quebrando o sabor adocicado de algumas carnes.
Curiosidades:a sálvia possui grande capacidade terapêutica, daí o nome recebido (salvare, que significa salvar) e o ditado: “Quem pode adoecer quando possui um pé de sálvia plantado na horta?”.
Dicas:na culinária, use a erva com moderação, para que o prato não fique com um sabor amargo.
Tomilho
Nome científico:Thymus vulgaris
Uso culinário:de sabor e aroma deliciosos, o tomilho combina com ensopados, marinadas e molhos à base de vinho. É parte essencial do famoso Herbes de Provence, tempero francês com várias ervas.
Curiosidades:na Grécia antiga, o tomilho era usado para estimular os guerreiros, dando-lhes coragem antes das batalhas. No antigo Egito, a erva era usada no processo de embalsamamento dos corpos.
Dicas:o tomilho cresce bem em solo neutro ou levemente alcalino e em locais com bastante sol e pouca água. Pode ser usado nas bordas de canteiros de ervas como sálvia, alecrim, lavanda e segurelha.
Cebolinha
Nome científico:Anthriscus cerefolium
Uso culinário:de aroma delicado, que lembra levemente mirra, essa erva originária do mediterrâneo é usada em pratos com molho: omeletes, saladas, vinagretes, sopas e carnes assadas. Acrescente-a ao prato no último instante.
Curiosidades:o cerofólio é conhecido na Europa como folha da alegria.
Dicas:De ciclo anual, o cerofólio deve ser plantado em solo com granulação média e bastante adubado, mas em local com sombra. Em jardins de erbas, deve ser cultivado à sombra de outras plantas de maior porte, como melissa e alecrim. Na colheita, corte os talos maiores do cerofólio na base.
Coentro
Nome científico:Coriandrum sativum
Uso culinário:erva de sabor marcante, é muito usada nas cozinhas do Norte e e do Nordeste brasileiros. Combina com pratos de frutos do mar e caldos de peixe, embora seja ingrediente essencial no molho curry, usado na cozinha indiana para dar sabor a frangos e carnes.
Curiosidades:originário da África, o coentro ganhou esse nome devido ao aroma que os frutos verdes apresentam, muito parecido com o dos percevejos –ou koriandrum, em grego. Conta-se que as “bruxas”da Idade Média usam a erva na fabricação de poções mágicas afrosidíacas.
Dicas:De ciclo anual, o coentro deve ser colhido pelas extremidades superiores, o que favorece a produção de folhas novas. Vai bem em ambiente com boa luminosidade e em solo de granulação média.
Hortelã
Nome científico:Mentha spp
Uso culinário:Uso culinário: erva perfumada e aromática muito usada no preparo de chás, assados e grelhados, a hortelã é a base condimentar da cozinha árabe, estando presente em quase todas as receitas
Curiosidades:Conta a mitologia grega que o deus Hades apaixonou-se pela ninfa Menta, mas sua mulher, Perséfone, sentiu-se traída e transformou a ninfa em uma planta, condenando-a a vegetar nas sombras das cavernas –ou na entrada do reino dos mortos.
Dicas:plante a hortelã em solo argiloso, com bastante água e em local com sombra e luz indireta. Na hora de consumir, colha as pontas em crescimento, estimulando os brotos laterais.
Cerefólio
Nome científico:Anthriscus cerefolium
Uso culinário:de aroma delicado, que lembra levemente mirra, essa erva originária do mediterrâneo é usada em pratos com molho: omeletes, saladas, vinagretes, sopas e carnes assadas. Acrescente-a ao prato no último instante.
Curiosidades:o cerefólio é conhecido na Europa como folha da alegria.
Dicas:De ciclo anual, o cerefólio deve ser plantado em solo com granulação média e bastante adubado, mas em local com sombra. Em jardins de erbas, deve ser cultivado à sombra de outras plantas de maior porte, como melissa e alecrim. Na colheita, corte os talos maiores do cerofólio na base.
Estragão
Nome científico:Artemisia dracunculus
Uso culinário:de sabor acentuado, esta erva é excelente no preparo de vinagretes, saladas, peixes, omeletes e molhos, principalmente béarnaise, tártaro e holandês.
Curiosidades:o termo dracunculus (dragão, em latim) vem da semelhança que a raiz do estragão tem com o dragão. Acreditava-se que as plantas cujas raízes tinham esse formato podiam curar picadas de animais venenosos. Ninguém viveu para contar.
Dicas:de ciclo perene, o estragão deve atingir 40 cm de altura antes de ser colhido. Vai bem em solo muito adubado e em ambientes com muita luz.
Manjericão
Nome científico:Ocimum basilicum
Uso culinário:uma das ervas mais consumidas na cozinha de vários países, o manjericão pode ser usado para temperar saladas, em pratos de massa, em omeletes, sanduíches, e molhos de tomate. Acrescente as folhas delicadas do manjericão ao prato cozido, no último instante.
Curiosidades:na Índia, de onde é originário, o manjericão, ou erva rainha, é uma planta quase sagrada. Os gregos a usavam em rituais religiosos, e antes de colhê-la, a mão direita tinha de ser purificada com folhas de carvalho, e a esquerda, lavada em três fontes diferentes.
Dicas:quando o manjericão florir, corte o pendão floral para aumentar o vigor da planta e aumentar sua longevidade.
Variedades:manjericão anão, manjericão gigante e manjericão roxo
Salsinha
Nome científico:Petroselinum crispum
Uso culinário:de sabor suave, a salsinha é muito usada na culinária das regiões sul e sudeste do país, em saladas, sopas, molhos e temperos em geral. Quando cozida, a salsinha destaca o sabor do prato principal. A versão crespa tem sabor semelhante ao da salsinha, mas é mais usada na decoração dos pratos.
Curiosidades:originária da Europa, a salsinha era usada pelos gregos para coroar os vencedores de jogos e em tratamentos medicinais. Foram os romanos, no entanto, que a introduziram na culinária, oferecendo-a aos convidados para prevenir intoxição.
Dicas:de ciclo bianual, a salsinha pode crescer até 30 cm, desde que seja cultivada em solo fértil e em local com bastante luminosidade.
Variedades:salsinha crespa



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Horta orgânica: comida saborosa, saudável e sustentável.
Cultivar uma horta orgânica, independente do tamanho e da variedade de alimentos plantados, é sempre bom. Bom para a saúde e o bem-estar da família, que irá ingerir alimentos mais saudáveis e livres e agrotóxicos, e também para o meio ambiente, que deixará de receber produtos químicos e ter seus recursos naturais, como solo e água, explorados de forma insustentável. Fazer uma horta em casa aumenta o seu contato com a natureza e economiza nas feiras e supermercados. É preciso ficar atento e tomar alguns cuidados na hora de montar a sua horta. Elas podem ser feitas em todos os tipos de casa e apartamentos, só precisam ser adaptadas ao espaço e aos recursos disponíveis.

Preparativos

Confira o clima, o solo, o local de plantio e as espécies antes de começar sua horta/Foto:Almargem

Antes de iniciar sua horta, fique atento aos seguintes fatores:

Clima – ele é determinante na adaptação de certas culturas e deve ser levado em consideração na seleção de variedades. As diferenças entre estações, quanto à temperatura e volume de chuva devem ser verificados, servindo como base para um calendário de épocas de plantio.

Solo - muita atenção ao tipo e cuidado do solo. O solo é considerado um organismo vivo, que interage com a vegetação em todas as fases de seu ciclo de vida. Devem ser analisados em seus aspectos físico (textura e estrutura), químico (nutrientes) e biológico (organismos vivos existentes no solo).

Local – o lugar da instalação da horta tem de ser de fácil acesso, maior insolação possível, água disponível em quantidade e próxima ao local. Não devem ser usados terrenos encharcados. Os canteiros devem ser feitos na direção norte-sul, ou voltados para o norte para aproveitar melhor o sol. No local da horta não é aconselhavel a entrada de galinhas, cachorros ou coelhos.

Espécies – escolha com cuidado o tipo de vegetal que você irá plantar. Cada espécie precisa de um tipo de tratamento e possui um ciclo de crescimento próprio. Informe-se na hora de comprar as mudas e sementes e verifique se aquele tipo irá se adequar à sua horta.

Dentro de casa

Dentro de casa, prefira os vasos e as espécies menores, como temperos/Foto: Drang

Para montar uma horta em espaços pequenos, como apartamentos, prefira os vasos. Eles podem ser de qualquer tamanho, apenas assegure-se de só plantar espécies que irão se adaptar ali.

Passo a passo:

1. Escolha um vaso com furos;
2. Encha um terço do vaso com brita ou pó de brita, para a drenagem;
3. Coloque uma mistura de duas partes de terra, uma parte de composto orgânico e uma parte de húmus até a borda do vaso;
4. Espalhe um pouco de areia;
5. Plante as mudas;

Em espaços médios

Use sempre adubos orgânicos, como os compostos/Foto: terracotabolsas

Se você dispõe de um espaço um pouco maior, pode plantar as espécies diretamente na terra, em um canteiro. Você pode cultivar os mesmo alimentos indicados para os vasos, além de outros, que precisam de mais espaço.

Passo a passo:

1. Revolver o solo com enxada ou pá, deixando a terra bem solta e fofa;
2. Misturar o composto orgânico;
3. Deixar o canteiro 20 centímetros acima do nível do terreno;
4. A largura do canteiro deve ser de no máximo 1,20 m;
5. Marcar os espaçamentos (exemplo: os pés de alface devem ficar a dois palmos um do outro);
6. Posicionar as mudas de maneira intercalada, em forma de triângulo, para evitar a erosão;
7. Misturar as sementes com areia e espalhar com a mão sobre o canteiro de maneira mais uniforme possível;
8. Regar pelo menos uma vez ao dia. Em regiões quentes, duas vezes ao dia até as mudas emergirem. Regar nas horas frescas, de preferência pela manhã.

Em espaços grandes

Hortas grandes exigem mais cuidados, mas a recompensa pode ser grande/Foto: blog visão

Se você possui uma área maior, como um terreno ou um amplo quintal, pode fazer uma horta mais estruturada e com maior variedade de alimentos. Essas dão mais trabalho, mas certamente você será compensado.

Passo a passo:

1. Monte a sua horta orgânica em uma área sem muito movimento. Se você tiver animais, coloque uma cerca de bambu, madeira ou outro material para que eles não entrem. Escolha um lugar que receba muito sol. Se você mora em uma região seca, é preciso ter uma fonte de água próxima.
2. Limpe a área que será plantada. Você precisa tirar as ervas, o capim, as plantas velhas e as pedras. Aproveite esses resíduos naturais para produzir seu próprio adubo natural.
3. Are a terra quando tiver limpado o terreno. Use enxada ou arado para remover bem. A terra deve estar úmida para ser arada.
4. Coloque o composto orgânico na terra para que ela seja mais fértil e as frutas, verduras e legumes cresçam facilmente. Espalhe uma camada de 4 cm de adubo e misture bem com a terra da superfície.
5. Para plantar, faça um desenho da sua horta. Informe-se sobre como cresce cada fruta, verdura e legume que você pretende plantar, como eles devem ser agrupados e qual é a distância necessária entre eles para um bom crescimento.
6. Faça sulcos a cada 30 cm, que atravessem a horta inteira. Isso organizará suas frutas e verduras e permitirá que você se desloque sem problemas pela plantação. Coloque tijolos, pedras ou madeiras dentro desses sulcos para poder andar sem pisar nas plantas.
7. Siga as instruções das embalagens das sementes. Informe-se sobre o crescimento e agrupe-as de acordo com as informações que você obteve ou as indicações de um especialista.
8. Proteja a sua horta contra pragas e insetos. Remova as ervas-daninhas que crescerem entre as plantas, já que elas absorvem a água que a sua horta precisa para crescer.

Dicas:
Se o seu terreno é muito argiloso, acrescente areia junto com o adubo, para ele ficar mais permeável à água.
A irrigação é fundamental para um bom crescimento. O sistema por gotejamento é o ideal.
Você pode colocar palha nos sulcos para evitar o crescimento de ervas-daninhas.
Os tempos de crescimento de cada verdura, cada fruta e cada legume são diferentes, assim como as estações do ano em que cada um deve ser plantado. Informe-se bem a respeito e confira a tabela abaixo para saber quando plantar cada muda.


Com informações do www.jardimdeflores.com.br, www.wiki.bemsimples.com e www.planetaorganico.com.br